"Observação do Big Bang"


(Paulo Vinícius- 2016)


Tudo começou com um pequeno ponto central ao redor do qual uma explosão de traços vão se interligando aparentemente por acaso, gerando formas de entidades e coisas diversas. O infinito transpassa a pintura, mas, está submerso pelo emaranhado de linhas. A dualidade está nela presente, bem como o observador que olha para o ponto original, voltando-se para o pretérito e diante da serpente do infinito. A obra é pesada, tal como o peso de todo o universo aglomerado em um único ponto.

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